Pedestres recebem orientações em Jipa

“Sinceramente, nem sabia que tinha regras para pedestres”. Foi assim que um senhor já de idade avançada, pedindo para não ser identificado, se direcionou para uma das educadoras de trânsito na manhã de segunda-feira, durante uma ação educativa sobre a sinalização vertical na avenida Brasil, realizada pela Divisão de Educação de Trânsito (Diveduc) de Ji-Paraná.

A ação educativa faz parte das atividades realizadas diariamente, e esta semana foi feita na principal via de acesso do segundo distrito de Ji-Paraná, avenida Brasil com a rua T-6, considerada uma das mais movimentadas da cidade em decorrência de inúmeros comércios, e consequentemente, a movimentação de pedestres, de todas as idades, fazendo a travessia da via sem se importar com o risco de se acidentar por algum tipo de veículo.

Ivete Alves, coordenadora da Diveduc, informou que o trabalho teve duração de uma hora (8h30 às 9h30) com a abordagem de dezenas de pedestres, entre crianças, adolescentes, adultos e muitos idosos. Neste período, os educadores distribuíram panfletos explicativos sobre a maneira mais segura de atravessar uma via movimentada como a avenida Brasil. De acordo com a coordenadora, a maioria abordada estava fazendo este percurso, totalmente fora da área de segurança que é a faixa de pedestre e a sinalização semafórica, exclusiva para pedestre.

“Infelizmente, muitos pensam que o dever da travessia segura é apenas do condutor, mas na verdade, o pedestre também precisa ficar mais atento para a sinalização direcionada aos seus direitos que é a faixa de pedestre e a sinalização de semáforo”, alertou a coordenadora.

Ainda de acordo com Ivete Alves, apesar desse tipo de orientação ser quase que rotineira, mesmo assim, ainda levará um bom tempo para que condutores e pedestres cheguem em sintonia do que devem ou não fazer no momento de mudar de pista.

Lei seca

Outra ação da Diveduc, segundo a coordenadora, que já está sendo executada é a presença da equipe de educação de trânsito nas Blitze da Lei Seca. De acordo com ela, sempre que ocorrer as abordagens, os educadores estarão presentes para melhor orientar os condutores, tão logo eles saiam da primeira fiscalização.

Fonte: Diário da Amazônia